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Esporte & Tecnologia
Criado com o intuito de informar sobre a Tecnologia no ramo do Esporte, o blog faz refêrencia à um trabalho do Curso Técnico em Informática, do Colégio Antônio Dorigon.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
A tecnologia que garante inclusão na vida e no esporte
A última moda na natação são os maiôs que, ao diminuírem o atrito com a
água, melhoram o desempenho dos nadadores. Para o taekwondo foi criada
uma tecnologia chamada de Speed Fight, que permite monitorar os
movimentos do atleta durante os treinamentos, por meio de sensores
instalados no colete. No vôlei, programas dão às comissões técnicas
informações detalhadas, e em tempo real, sobre o comportamento dos
atletas dentro da quadra. E exemplos semelhantes se multiplicam em todas
as modalidades esportivas, mostrando a importância da união entre
esporte e tecnologia.
Para aqueles que, mesmo sendo portadores de deficiência física, superam seus próprios limites nas pistas, piscinas e quadras, esta união é ainda mais importante. É fundamental! Sem ela, Vanderson Alves, amputado da perna esquerda, talvez não tivesse se tornado recordista Parapan-americano no Lançamento de Disco. “A tecnologia ajuda os atletas a terem maior eficiência e independência”, afirma Álvaro Guimarães de Almeida, designer e chefe da Divisão de Desenho Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Foi justamente esta divisão do INT que desenvolveu um equipamento para Vanderson utilizar nas competições. O projeto foi iniciado em 2007, ano dos Jogos Parapan-americanos do Rio de Janeiro. Embora não tenha sido utilizado nesta competição, passou a acompanhar o atleta nos treinos e está fazendo parte da preparação para a Paraolimpíada de Londres, em 2012. “Ele utilizava um equipamento tosco, improvisado, que parecia um tanque de guerra”, conta Álvaro. Ele e sua equipe estudaram a anatomia do atleta e o modo dele arremessar para criar um equipamento simplificado.
“Demos atenção também a fatores estéticos – o atleta portador de deficiência, como qualquer atleta, se preocupa com o visual, do uniforme aos equipamentos – e desenvolvemos uma mala para que ele possa transportar o equipamento com mais facilidade”, detalha Álvaro. Já pensando nas Paraolimpíadas, a mala tem espaço para o símbolo da delegação brasileira e para o nome do atleta. Afinal, as expectativas são muito boas, já que depois que começou a utilizar o equipamento desenvolvido pelo INT, Vanderson tem obtido índices melhores.
“O objetivo deste projeto é chamar a atenção do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) para a necessidade de um programa de desenvolvimento de equipamentos”, explica Álvaro. Segundo ele, o INT quer colocar à disposição do CPB o trabalho desenvolvido pela Divisão de Desenho Industrial. “Não somos especialistas nisso, mas temos muitos anos de experiência no trabalho com portadores de deficiência física, desenvolvendo equipamentos para serem utilizados tanto no esporte quanto na vida diária”, diz. Em 1986 o INT desenvolveu uma cadeira de corrida para a Paraolimpíada de Seul que ajudou o atleta que a utilizou a conquistar o segundo lugar na prova de 100m.
Tecnologia à vista no futebol
Outros exemplos de auxílio da tecnologia ao esporte se multiplicam em quadras, pistas e... Campos? Ainda não. Justamente o popular futebol ainda resiste em transformar a tecnologia no 12º jogador.
“No futebol, ainda existe a mentalidade de um jogo aleatório em que nada é mensurado”, confirma Nicolas Michel Bacic, economista, engenheiro de computação e diretor geral da MatchReport, empresa que desenvolve softwares e equipamentos capazes de fazer a mensuração de treinamentos e jogos. O que isso significa? Que é possível medir, por exemplo, o quanto um atleta corre, a que velocidade e, no caso do futebol, por que parte do campo. Outra possibilidade é captar, em tempo real, a movimentação do time e, desta forma, desenhar o panorama do jogo, ajudando tanto na definição de táticas quanto no trabalho de condicionamento físico dos atletas.
“É claro que a tecnologia não vai fazer com que um time vença um jogo, mas aumenta as probabilidades. Hoje, não tem como crescer no esporte se não usar tecnologia”, afirma Nicolas. Tanto que, ele mesmo conta, os clubes que apostam na tecnologia não se arrependem. “Quando começam a utilizar, descobrem coisas muito interessantes”, diz. Talvez por isso a resistência esteja diminuindo. “De dois anos para cá temos percebido uma mudança e acho que, assim como aconteceu com a preparação física e o aquecimento, que revolucionaram o futebol, ao poucos os clubes vão aderir à tecnologia”, prevê Nicolas.
Para aqueles que, mesmo sendo portadores de deficiência física, superam seus próprios limites nas pistas, piscinas e quadras, esta união é ainda mais importante. É fundamental! Sem ela, Vanderson Alves, amputado da perna esquerda, talvez não tivesse se tornado recordista Parapan-americano no Lançamento de Disco. “A tecnologia ajuda os atletas a terem maior eficiência e independência”, afirma Álvaro Guimarães de Almeida, designer e chefe da Divisão de Desenho Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Foi justamente esta divisão do INT que desenvolveu um equipamento para Vanderson utilizar nas competições. O projeto foi iniciado em 2007, ano dos Jogos Parapan-americanos do Rio de Janeiro. Embora não tenha sido utilizado nesta competição, passou a acompanhar o atleta nos treinos e está fazendo parte da preparação para a Paraolimpíada de Londres, em 2012. “Ele utilizava um equipamento tosco, improvisado, que parecia um tanque de guerra”, conta Álvaro. Ele e sua equipe estudaram a anatomia do atleta e o modo dele arremessar para criar um equipamento simplificado.
“Demos atenção também a fatores estéticos – o atleta portador de deficiência, como qualquer atleta, se preocupa com o visual, do uniforme aos equipamentos – e desenvolvemos uma mala para que ele possa transportar o equipamento com mais facilidade”, detalha Álvaro. Já pensando nas Paraolimpíadas, a mala tem espaço para o símbolo da delegação brasileira e para o nome do atleta. Afinal, as expectativas são muito boas, já que depois que começou a utilizar o equipamento desenvolvido pelo INT, Vanderson tem obtido índices melhores.
“O objetivo deste projeto é chamar a atenção do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) para a necessidade de um programa de desenvolvimento de equipamentos”, explica Álvaro. Segundo ele, o INT quer colocar à disposição do CPB o trabalho desenvolvido pela Divisão de Desenho Industrial. “Não somos especialistas nisso, mas temos muitos anos de experiência no trabalho com portadores de deficiência física, desenvolvendo equipamentos para serem utilizados tanto no esporte quanto na vida diária”, diz. Em 1986 o INT desenvolveu uma cadeira de corrida para a Paraolimpíada de Seul que ajudou o atleta que a utilizou a conquistar o segundo lugar na prova de 100m.
Tecnologia à vista no futebol
Outros exemplos de auxílio da tecnologia ao esporte se multiplicam em quadras, pistas e... Campos? Ainda não. Justamente o popular futebol ainda resiste em transformar a tecnologia no 12º jogador.
“No futebol, ainda existe a mentalidade de um jogo aleatório em que nada é mensurado”, confirma Nicolas Michel Bacic, economista, engenheiro de computação e diretor geral da MatchReport, empresa que desenvolve softwares e equipamentos capazes de fazer a mensuração de treinamentos e jogos. O que isso significa? Que é possível medir, por exemplo, o quanto um atleta corre, a que velocidade e, no caso do futebol, por que parte do campo. Outra possibilidade é captar, em tempo real, a movimentação do time e, desta forma, desenhar o panorama do jogo, ajudando tanto na definição de táticas quanto no trabalho de condicionamento físico dos atletas.
“É claro que a tecnologia não vai fazer com que um time vença um jogo, mas aumenta as probabilidades. Hoje, não tem como crescer no esporte se não usar tecnologia”, afirma Nicolas. Tanto que, ele mesmo conta, os clubes que apostam na tecnologia não se arrependem. “Quando começam a utilizar, descobrem coisas muito interessantes”, diz. Talvez por isso a resistência esteja diminuindo. “De dois anos para cá temos percebido uma mudança e acho que, assim como aconteceu com a preparação física e o aquecimento, que revolucionaram o futebol, ao poucos os clubes vão aderir à tecnologia”, prevê Nicolas.
fonte: conexaoaluno.rj.gov.br
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Pro Evolution Soccer 2014 será lançado dia 4 de Outubro no Brasil
O novo título da série PES chegará ao mercado
brasileiro na primeira semana de Outubro, no dia 4.
Já com todos os 20 clubes do Brasileirão Série A confirmados, o jogo ainda deverá trazer mais 3 clubes da Série B: Palmeiras, Figueirense e Sport Recife. Além das já confirmadas Liga BBVA, Ligue 1, Italia Serie A, Premier League e Eredivisie, a KONAMI trará a Primeira División Argentina e o Campeonato Petrobras do Chile.
O PES 2014 também contará com novidades como a Copa Sul-Americana e Recopa, além de uma seção exclusiva para outros clubes da América do Sul que se juntarão aos três brasileiros da Série B. Além da manutenção de Vila Belmiro e Morumbi como estádios brasileiros do jogo, Arena Grêmio, Mineirão, Novo Beira-Rio, Arena Corinthians, estarão todos presentes no game.
Já com todos os 20 clubes do Brasileirão Série A confirmados, o jogo ainda deverá trazer mais 3 clubes da Série B: Palmeiras, Figueirense e Sport Recife. Além das já confirmadas Liga BBVA, Ligue 1, Italia Serie A, Premier League e Eredivisie, a KONAMI trará a Primeira División Argentina e o Campeonato Petrobras do Chile.
O PES 2014 também contará com novidades como a Copa Sul-Americana e Recopa, além de uma seção exclusiva para outros clubes da América do Sul que se juntarão aos três brasileiros da Série B. Além da manutenção de Vila Belmiro e Morumbi como estádios brasileiros do jogo, Arena Grêmio, Mineirão, Novo Beira-Rio, Arena Corinthians, estarão todos presentes no game.
Fifa aprova o uso de bolas com chip
Reunião decretou que tecnologia poderá ser usada para acabar com lances duvidosos.
A tecnologia, enfim, será implementada no futebol. Em reunião realizada na sede da Fifa, em Zurique, na Suíça, os membros da International Board aprovaram por unanimidade o uso do chip nas bolas para confirmação dos gols. O dispositivo emitirá um alerta instantâneo aos árbitros assim que a bola ultrapassar a linha do gol. Se aprovado, será usado na Copa do Mundo de 2014, no Brasil.A decisão do uso do chip em bolas não torna a ação obrigatória e as confederações nacionais estão livres para colocarem em prática ou não a nova regra. Durante o encontro em Zurique, outras decisões foram tomadas. Entre elas, a manutenção dos árbitros auxiliares atrás das traves e a aprovação do uso de véus em jogos de futebol feminino. Cada um dos estádios do Mundial, em Yokohama e Toyota, terá um dos sistemas das duas empresas aprovadas para os testes.
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| Exemplo dos sensores que serão instalados nas traves dos estádios do Mundial. |
fonte: globoesporte
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